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                 Templos episcopais  

    

                                                          Os templos católicos subdividem-se em subcategorias distintas e,  conforme as suas características e peculiariedades  é  podemos determinar a categoria em que cada um deles está enquadrado, conforme veremos a seguir:

1. Basílica - Igreja de grande porte, privilegiada com relíquias de um ou mais  santos,  e que possua grande influência sobre determinada região geográfica ou país e seu acentuado caráter espiritual que exerce sobre religiosos e leigos de uma jurisdição eclesiástica.    A Basílica de São Pedro, por exemplo,  reúne estas condições e possui condição ímpar, uma vez que o Papa, como chefe da Igreja, exerce pleno poder e jurisdição  eclesiástica sobre todo o mundo católico.    

2. Catedral - É a Igreja episcopal, cujo dirigente maior é o Bispo que exerce sobre os Párocos das igrejas de sua diocese,  repassando, com sua autoridade eclesiástica, as diretrizes firmadas pelo Papa.  Nas catedrais é que são sepultados  os bispos de uma determinada Diocese e  esta é a condição para que uma igreja seja designada "Catedral".   

3. Igreja - É um templo católico, normalmente,  com qualidade de Paróquia, onde o Vigário e/ou Pároco, exercendo sua autoridade religiosa,  confirma e repassa as instruções episcopais aos religiosos ou fiéis que estão sob sua jurisdição eclesiástica.

4. Capela - Templo católico que comporta, normalmente, só um altar, caracterizada pela sua modesta estrutura física, onde o padre exerce suas funções, normalmente de forma itinerante, estando subordinada  e pertencendo a determinada paróquia.

5. Santuário - Igreja ou paróquia digna de apreço pelas relíquias que contém, normalmente do padroeiro de uma cidade ou Estado, pela  afluência de devotos ou sinais visíveis de grandes graças daí obtidas.

 

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       Referências: História  geral - A. Souto Maior, pg. 255 a 258, Companhia Editora Nacional de São Paulo,  14a. Ed,  1971.