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Pequenas, muito pequenas são, às vezes, as causas de grandes danos. Um descuido qualquer pode ter em conseqüência, grandes desastres. Na vida espiritual não é diferente. Quem se acostuma a cometer faltas leves, sem delas se arrepender, e nada faz para delas se livrar, está em grande perigo de cometer faltas graves. As faltas  leves são definidas como pecados veniais. 

O pecado mortal é de todos o maior e  deve ser evitado a todo custo, porque é ele  que nos exclui  da felicidade eterna. Pode-se definir o pecado mortal como transgressão aos Mandamentos da Lei de Deus. Pecados veniais  não tem este efeito, mas predispõem a alma a consentir infidelidades maiores e preparam o caminho para o pecado mortal. O Pecado mortal define-se  como  a transgressão dos Mandamentos da Lei de Deus. 

Já  os pecados  capitais são sete, e assim são chamados porque eles dão origem a inúmeros outros pecados e  são a raiz onde brotam vários outros vícios. Em casos de queda, não nos  esqueçamos do Sacramento da Confissão. Memorizemos e cuidemos para não os praticar. São eles: 

1.  Soberba  -   Basto-me, não dependo de ninguém!

2. Avareza.  -  Quanto mais tenho, mais  quero

3. Luxúria.  - Sensualidade,  incontinência sexual.  

4. Ira.          - Descontrole  cerebral,  por perda  do auto-domínio

5. Gula.       - Amor excessivo às iguarias. 

6. Inveja.    - Ele tem.  Porque não tenho?   

7. Preguiça. Não a patológica (por doença);  mas a  que leva  ao desconhecimento de Deus e à prática de  boas obras.    

 

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Referências: Na Luz Perpétua (Editora Lar Católico - 1959);   Pequeno Catecismo de Iniciação Cristã (Ed. Paulinas, 1985)  

Imagem:  Os Sete Pecados Capitais, de Hieronymus Bosch - "El Bosco", pintor Holandês (* 1450 +1516)

 

 

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